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Empresas públicas em risco de entrar nas contas do OE pesam 6 mil milhões

A dívida das empresas públicas insustentáveis que ainda não estão incluídas no Orçamento do Estado são uma das maiores ameaças pendentes sobre o resultado da passagem da troika por Portugal. A missão imposta ao Estado passa por conseguir o regresso aos mercados em meados de 2013, com um nível de dívida em relação ao PIB estabilizado no final desse ano – num pico de 115% – que, a partir daí, entraria em rota descendente. Mas são muitas as pontas soltas que, tarde ou cedo, deverão começar a passar factura às contas públicas [ver também texto ao lado]. Entre estas, encontram-se as empresas públicas que ainda não contam para o OE mas cujo risco de serem incluídas é alto, dada a sua situação financeira insustentável – são incluídas no OE as empresas cujas receitas próprias não cubram 50% dos custos.

Neste capítulo o destaque vai para a CP, a Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA), os Hospitais EPE e um conjunto de empresas mais pequenas, mas em igual situação de insustentabilidade, conjunto de entidades que apresenta um risco total de quase seis mil milhões de euros para as contas públicas. Este conjunto de empresas insustentáveis, a serem incluídos no Orçamento do Estado, trarão consigo um aumento superior a 3,5% no peso da dívida pública em relação ao produto interno bruto (PIB) português. [Ler mais]

in: Jornal i, 19 Março 2012

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