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Previsão para receitas fiscais exige novas medidas, dizem os últimos dez anos

O governo aprovou ontem o Orçamento Rectificativo (OR) para este ano, escassos três meses depois do Orçamento do Estado para 2012 (OE2012) entrar em vigor e um dia antes da oficialização do valor do défice em 2011 pelo INE [ver texto ao lado]. No novo documento o desemprego é revisto em forte alta – de 13,4% para 14,5% –, a previsão para as receitas fiscais continua optimista face aos valores conseguidos no ano passado e são destinados mil milhões de euros para o aumento de capital da CGD.

A previsão para o défice no final deste ano mantém-se em linha com o inicialmente apontado – 4,5% do PIB –, sendo revista em baixa a estimativa para a inflação este ano – para 3,1%. No relatório, contudo, não são avançadas previsões para a evolução da dívida pública. Ao nível das receitas não fiscais, destaque para o aumento em 2,9 mil milhões de euros, graças a 2,7 mil milhões vindos dos fundos de pensões da banca. Em contrapartida, a Segurança Social irá gastar, em 2012, mais de 520 milhões com as pensões dos bancários.

No relatório entregue ontem na Assembleia da República, o executivo avança ainda com uma previsão para a indemnização a pagar pelo fim do TGV: não mais de 30 milhões, valor que compara com os 300 milhões exigidos pelo consórcio liderado pela Soares da Costa. [Ler mais]

in: Jornal i, 30 Março 2012

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