Com o cerco ao dinheiro dos consumidores a apertar por vários lados, dos serviços essenciais, às portagens, passando pelos transportes públicos, e com o preço dos combustíveis a voltar a níveis acima da média da União Europeia – mesmo sem considerar taxas ou impostos –, os residentes em Portugal voltaram a iniciar um ano com a máquina de calcular em riste.
Um depósito está hoje 20 a 30 euros mais caro que há um ano, e ninguém consegue prever até onde os custos subirão – seja pelo petróleo, seja pelos agravamentos fiscais. Contudo, no mundo dos combustíveis, que muitos não podem evitar devido à falta de acessibilidades nos locais de trabalho ou casa, há vários grãos para ir poupando. [Ler mais]
in: Jornal i, 9 Janeiro 2012