O pacto de não agressão é temporário, mas está escrito. Segundo o primeiro documento sobre a oferta da Telefónica para comprar a Vivo, divulgado pela Portugal Telecom (PT), uma das exigências apresentadas pelos espanhóis para a compra da Vivo passa por um pacto de não concorrência na Península Ibérica até ao final do corrente ano. E é isto que a Comissão Europeia quer agora perceber se viola a Lei da Concorrência. [Ler mais]
in: Jornal i, 24 Janeiro 2011
Follow-up:
A 25 de Outubro de 2011 : “Bruselas ve ilegal el pacto entre Telefónica y PT para no competir en el mercado ibérico”