Se fossem cobrados os 15 a 20 mil milhões de euros que estão parados nos tribunais e repartições de finanças seria possível, em seis meses, corrigir o défice orçamental e fazer investimentos a longo-prazo. Na opinião do fiscalista, é necessário reformar a edução, a justiça e a segurança pública….
in: O Independente, 8 Abril 2005
